“O verbo. Mudo, feio. Ácido e aceso, iluminado. Na sua inércia paralizante, por vezes nos transforma em analfabetos. Sua lógica não se encontra na racionalidade, ela está muito mais presente na loucura, na insensatez. Absorvê-lo apenas, sem esperar compreendê-lo. No momento oportuno ele fará sentido e como quem nunca quiz nada vai acabar com o seu sono para sempre.”

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