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Aproveitei o domingão pra fixar mais algumas placas.




Vinis do Zezé de Camargo e similares, stencils, tinta e arame. Reciclar, reduzir, reutilizar como disse o Thiago. Bicicletas no imaginário da cidade, essa é a meta.









Muito obrigado ao poder público e especialmente ao governador do nosso Estado que nessa feliz parceria com a prefeitura de Sâo Paulo tem empenhado todo esforço e dedicação para proporcionar ao ciclista paulistano mais segurança e rapidez em seus deslocamentos diários. Prova de que este governo não pára, são pinturas de ciclofaixas, criação de ciclovias de lazer, e um trabalho incessante de conscientização dos motoristas. Se assim continuar (que assim seja), nossa cidade em alguns anos estará entre as melhores cidades do mundo para se usar a bicicleta como modal.
Fiz mais uma série de gravuras, são 3 artes diferentes silkadas sobre papel Debret 200gr, 10 reproduções de cada, todas numeradas e assinadas, custam R$ 40,00. Para adquirir por favor me envie um email, beleza?cabelo.sntfrt@gmail
Quero agradecer mais uma vez a força do Aleba que silkou tudo depois de passar o dia inteiro respirando veneno de barata, valeu!




Depois do ataque de mais uma lagarta, os tomatinhos deram o ar da graça.

Minha mãe sempre dizia: “Criança em casa em dia de chuva… Tem que arrumar alguma coisa pra fazer, senão…” Enquanto ela nos fazia uns bolinhos de chuva, eu e minha irmã sempre inventávamos alguma brincadeira, tempo bom aquele, qualquer coisa virava brinquedo, me lembro bem de fazermos pipoca pedalando nosso velotrol de ponta cabeça, prender um lençol entre as camas e brincar de cabana, fazer do velho rádio uma nave espacial, tanta coisa. Um pouquinho daquele sentimento ainda guardo comigo e tento passar pra minhas meninas.



Eu sempre via esta árvore crescendo e ficava pensando sobre um texto que li a respeito da forma como a natureza tomaria tudo se por alguns meses nós simplesmente a deixássemos em paz. Em uma cidade cinza como a nossa, qualquer plantinha que brota por si só torna-se um aviso.
Via algumas pessoas entrando nesse prédio, mas parece que de alguns dias pra cá ele foi ocupado de vez, talvez famílias morem lá, não sei ao certo, só o que sei é que a primeira coisa que fizeram depois de ocupar o andar de cima foi cortar essa árvore. Não consigo entender ao certo o porque, talvez suas folhas estivessem caindo lá dentro, entupindodo a calha. Sensação ruim vê-la cortada assim.





